Bitget registou‑se como prestadora de serviços financeiros na Nova Zelândia, alargando a base de conformidade que a bolsa de criptoativos diz ser necessária para oferecer produtos para além da negociação tradicional.
Registo da Bitget na Nova Zelândia
A plataforma passou a constar no Financial Service Providers Register da Nova Zelândia.
O registo abrange serviços de câmbio de moeda estrangeira, transferências de fundos domésticas e internacionais, custódia de ativos de clientes, bem como gestão de carteiras e de numerário. Inclui ainda a execução, em nome de clientes, de operações sobre produtos financeiros e transações de câmbio.
Em paralelo, a Bitget aderiu ao esquema da Insurance and Financial Services Ombudsman da Nova Zelândia, uma entidade independente responsável pela resolução de litígios envolvendo prestadores de serviços financeiros participantes. Clientes elegíveis podem recorrer a este mecanismo para apresentar reclamações.
Leia também: Anthropic perseguiu startup de robótica avaliada em US$ 11 bi antes de a recusa se tornar pública
Expansão da estratégia de compliance da Bitget
"Plataformas financeiras precisam de estruturas de conformidade capazes de suportar uma gama mais ampla de ativos e serviços", afirmou Gracy Chen, presidente‑executiva da Bitget. Segundo a responsável, o registo acrescenta uma nova camada ao enquadramento internacional da empresa, à medida que a plataforma continua a ligar ativos digitais a mercados tradicionais. A empresa associa este passo ao desenvolvimento de produtos como ativos do mundo real tokenizados.
A bolsa tem vindo a construir o seu mapa de aprovações de forma gradual, com registos na Austrália, em El Salvador e em vários países da União Europeia, ainda que com um histórico irregular. A Bitget confirmou esta semana que não possui autorização da Monetary Authority of Singapore, que incluiu a bolsa na sua lista de alerta a investidores.





