JPMorgan Chase vai adquirir o negócio de cartão de crédito da Apple que hoje está com o Goldman Sachs, encerrando a experiência de banco de varejo da firma de Wall Street iniciada em 2019. A transação, anunciada na quarta‑feira, transfere mais de US$ 20 bilhões em empréstimos de cartão para o maior emissor de cartões de crédito do país e exige que o JPMorgan registre uma provisão de US$ 2,2 bilhões para perdas de crédito em seus resultados do quarto trimestre.
O que aconteceu: transição do Apple Card
O JPMorgan emerged como o último concorrente depois que American Express, Synchrony e Barclays se retiraram das negociações em julho, according à reportagem da CNBC.
O banco adquiriu a carteira com um desconto superior a US$ 1 bilhão, segundo uma pessoa familiarizada com a transação que falou sob condição de anonimato.
Os clientes manterão os benefícios atuais do cartão e o produto continuará operando na rede da Mastercard, disse o JPMorgan em comunicado.
O fechamento do negócio deve ocorrer em aproximadamente 24 meses.
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Por que importa: mudança na estratégia de banca de consumo
A carteira do Apple Card contém mais tomadores subprime e de menor pontuação de crédito do que o perfil que o JPMorgan normalmente atende, disseram à CNBC pessoas com conhecimento do negócio.
A Apple pressionou o Goldman a aprovar o maior número possível de usuários de iPhone para o cartão, segundo as fontes.
O Goldman registrará um ganho de US$ 0,46 por ação com a transação nos resultados da próxima semana, concluindo em grande parte a retirada estratégica do CEO David Solomon do financiamento ao consumidor, iniciada em 2022.
“O Chase compartilha nosso compromisso com inovação e com a oferta de produtos e serviços que melhoram a vida dos consumidores”, disse Jennifer Bailey, executiva de pagamentos da Apple, no comunicado.
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