BlackRock (BLK) reportou US$ 2,2 bilhões em lucro líquido no 1T 2026, um salto de 17% em relação ao ano anterior, enquanto seu negócio de ETF de Bitcoin (BTC) ajudou a impulsionar US$ 130 bilhões em captações totais no trimestre.
Resultados do 1T da BlackRock
A maior gestora de ativos do mundo divulgou seus resultados do primeiro trimestre em 14 de abril, mostrando um total de US$ 13,9 trilhões em ativos sob gestão, alta de aproximadamente 20% em relação aos US$ 11,6 trilhões de um ano atrás.
A receita subiu 27% na comparação anual, para US$ 6,7 bilhões, enquanto o lucro diluído ajustado por ação atingiu US$ 12,53, acima dos US$ 11,30 no 1T 2025.
O ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT) contribuiu para as captações do trimestre, ao lado de produtos ativos e de mercados privados.
Laurence D. Fink, presidente e CEO da BlackRock, destacou a força ampla entre as divisões. “Renda variável ativa é uma área de crescimento na BlackRock, gerando US$ 3 bilhões em captações líquidas”, disse Fink. Ele acrescentou que os mercados privados trouxeram US$ 9 bilhões, liderados por crédito privado e infraestrutura.
Os resultados vieram apesar de um período turbulento para a empresa. No início de março, a BlackRock limitou os resgates em seu HPS Corporate Lending Fund, de US$ 26 bilhões, depois que investidores solicitaram cerca de US$ 1,2 bilhão em saques. A medida provocou uma queda de mais de 7% no preço de suas ações.
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Perspectiva de Fink
Fink descreveu o trimestre como “um dos melhores inícios de ano em nossa história”. Ele acrescentou: “Nossos resultados contam mais do que a história de um trimestre”.
O mercado mais amplo de ETFs spot de Bitcoin registrou saídas líquidas de US$ 291 milhões em 13 de abril, segundo dados do setor. O IBIT, porém, anotou entradas de US$ 34,7 milhões naquele mesmo dia, ressaltando a contínua demand for BlackRock's crypto product mesmo em meio a retiradas mais amplas.
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