Google iniciou uma ampla implementação de um novo recurso de segurança do Chrome que vincula sessões de login ao hardware do dispositivo, uma mudança importante para quem mantém carteiras de criptomoedas.
Pontos principais:
- O Google lançou as Device Bound Session Credentials, que bloqueiam cookies de sessão do navegador ao chip de segurança do computador.
- A proteção bloqueia um ataque comum que permite a ladrões ignorar logins com autenticação de dois fatores (2FA) roubando cookies.
- Usuários de cripto enfrentam risco adicional, já que malwares “infostealers” rotineiramente miram carteiras e sessões de corretoras.
Como o Chrome agora protege cookies de login
Relatos desta semana detailed a ampla liberação das Device Bound Session Credentials, conhecidas como DBSC, após meses de testes em navegadores Chromium.
A ferramenta agora atinge a maioria dos usuários, de contas Workspace e Enterprise às pessoais. Ela vincula cada login a uma chave criptográfica que nunca deixa o dispositivo.
Um cookie de sessão funciona como uma pulseira em um evento com ingresso, permitindo que um site se lembre do login sem pedir senha ou código de dois fatores a cada visita.
Ladrões valorizam esses arquivos porque um cookie roubado pode bypass completamente essa segunda camada, e esses tokens costumam ser vendidos em mercados da dark web. O DBSC armazena a chave dentro de um Trusted Platform Module do Windows ou de um Secure Enclave do Mac e, em seguida, força o navegador a provar que possui a chave antes de qualquer renovação de cookie.
O resultado é um cookie que se torna inútil em outra máquina.
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Por que traders de cripto devem se importar
Para usuários de cripto, uma sessão sequestrada pode significar fundos drenados em vez de apenas uma caixa de e-mail invadida. Malwares de furto de informações agora coletam cookies do navegador, senhas salvas e arquivos de carteira em uma única varredura antes de enviá-los a um servidor remoto.
Uma análise found que o roubo de credenciais esteve presente em cerca de um terço das intrusões acompanhadas no ano passado, um sinal de como a tática se tornou rotineira.
O comércio também ganhou escala industrial, com pesquisadores flagging um “stealer” por assinatura chamado Storm, que custa menos de US$ 1.000 por mês e mira carteiras por meio de extensões de navegador e aplicativos de desktop.
Outras variantes watch sessões ligadas à Binance, Coinbase, MetaMask e Trust Wallet, e então capturam o cookie para entrar na conta sem senha.
A longa jornada do DBSC até os usuários
O Google primeiro unveiled o DBSC em 2024, antes de movê-lo para um beta público e depois para o lançamento geral no Chrome 146 e posteriores para Windows, com a versão 148 e posteriores cobrindo o Mac.
A empresa enabled o recurso por padrão para contas Workspace, nas quais administradores não podem desativá-lo. Para traders que deixam abas de corretoras e extensões de carteira abertas o dia todo, a atualização fecha silenciosamente uma das rotas mais simples para o dinheiro deles.
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