Morph integrou o Cross-Chain Interoperability Protocol da Chainlink (LINK) como o único mecanismo para emissão e transferência do Bitget Token (BGB) entre diferentes redes, anunciou a rede de segunda camada na quarta-feira.
A integração torna o CCIP o caminho exclusivo para todo o movimento cross-chain de BGB, uma restrição deliberada que a Morph acredita que irá atrair players institucionais que buscam infraestrutura previsível em vez de múltiplas opções fragmentadas.
Por que isso importa
Pontes cross-chain historicamente têm sido uma grande vulnerabilidade no cripto, com exploits drenando bilhões do ecossistema.
Ao consolidar as transferências de BGB em um único framework, a Morph tenta oferecer às empresas uma única superfície de auditoria e um comportamento consistente entre cadeias.
Gracy Chen, CEO da Bitget, disse que o objetivo é tornar a interoperabilidade um padrão por padrão, em vez de um problema recorrente para desenvolvedores. Se as instituições compartilham essa visão ainda não foi testado.
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Migração de oferta em andamento
A integração acompanha uma mudança mais ampla na estrutura do BGB.
A Morph afirma que mais de 50% da oferta em circulação irá migrar para a rede, com mais da metade dos 2 bilhões de tokens originais já queimados permanentemente.
A Morph Foundation detém 220 milhões de BGB.
Essa concentração posiciona o BGB como token de gas e liquidação da Morph, mas levanta questões ainda sem resposta sobre descentralização.
O que vem a seguir
A Morph afirmou que uma próxima atualização chamada Emerald irá estender a arquitetura, introduzindo novos padrões de token que usam o BGB, protegido por CCIP, como modelo para emissão de tokens institucionais.
A empresa afirma que parcerias com provedores de pagamento e plataformas fintech estão em andamento, embora nenhum nome tenha sido divulgado.
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