Tether cunhou US$ 1 bilhão em USDT (USDT) na rede Tron em 12 de março, sua primeira emissão desse porte em mais de um mês, elevando a oferta circulante total para cerca de US$ 183 bilhões — mais de $100 bilhões à frente de sua rival mais próxima, a USDC (USDC).
O que aconteceu: gigantesca emissão de stablecoins
O rastreador de blockchain Lookonchain sinalizou a transação nas redes sociais, observando que a oferta circulante de USDT apenas na Tron já atingiu US$ 85,3 bilhões. A própria página de transparência da Tether mostra cerca de US$ 96 bilhões na Ethereum (ETH), com a Tron logo atrás, com US$ 86 bilhões.
A cunhagem ocorre em um momento de acentuada instabilidade global. Tensões militares no Irã fizeram os preços do petróleo dispararem mais de 30% em um único dia na semana passada, ultrapassando brevemente US$ 120 antes de reverterem abruptamente.
O Bitcoin (BTC) seguiu um padrão semelhante, oscilando com extrema volatilidade em resposta ao choque do petróleo.
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Por que isso importa: colchão de liquidez
Emissões de grande escala de USDT normalmente não provocam movimentos imediatos de preço. Mas elas sinalizam que a Tether pode estar se posicionando para um salto na demanda, à medida que a incerteza geopolítica mantém os mercados em alerta.
O aumento de liquidez de stablecoins nas corretoras pode ajudar a absorver choques repentinos, atuando como um amortecedor quando a volatilidade aumenta. Com as tensões globais sem sinais de alívio, o momento dessa emissão sugere que a Tether está se preparando para mares mais turbulentos à frente.
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