Monero disparou acima de US$ 600 pela primeira vez na segunda-feira, atingindo uma nova máxima histórica de US$ 611,01, levando o veterano trader Peter Brandt a comparar o padrão de rompimento da moeda de privacidade ao setup gráfico de múltiplas décadas da prata que precedeu sua própria corrida a preços recordes.
O que aconteceu: XMR rompe resistência de vários anos
A criptomoeda focada em privacidade superou o mercado mais amplo com um ganho de quase 21% em um único dia, estendendo sua alta semanal para 43%.
O renovado interesse em tokens de privacidade direcionou liquidez para o projeto, elevando sua capitalização de mercado para US$ 10 bilhões pela primeira vez.
Brandt publicou no X que a estrutura atual do Monero espelha o padrão histórico da prata, no qual o metal passou anos acumulando abaixo de uma linha de tendência de resistência ascendente antes de finalmente rompê-la durante sua alta no quarto trimestre de 2025. O rompimento da prata a levou de uma máxima de 2011, perto de US$ 49,83, a uma recente máxima de US$ 86,23.
O Monero traça uma linha de tendência ascendente semelhante desde sua máxima de 2017 e retestou essa resistência em 2021 antes de recuar. A criptomoeda agora rompeu acima desse nível.
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Por que isso importa: descoberta de preço ou correção à frente
O observador de mercado TraderSZ delineou três possíveis alvos caso o momentum se mantenha: US$ 685 como nível inicial, com projeções estendidas entre US$ 790 e US$ 900, representando ganhos de 50% a 80% a partir da zona de rompimento.
Outros analistas observam que a estrutura permanece altista, com compradores entrando e sem sinais claros de distribuição por enquanto.
No entanto, céticos alertam que um padrão de cunha ascendente de vários anos, datado de 2017, pode sinalizar uma queda de 50% em direção a US$ 300 se o Monero não conseguir manter seu nível de rompimento como suporte.

