Base, a solução de segunda camada (Layer 2) da Ethereum (ETH) incubada pela Coinbase e que detém cerca de US$ 12 bilhões em capital total, está reformulando seu modelo de segurança para adotar zero-knowledge proofs.
Mudança para a arquitetura ZK da Base
A rede vai combinar um ambiente de execução confiável (trusted execution environment) com ZK proofs para garantir a finalidade da cadeia, de acordo com um comunicado de imprensa da equipe.
As provas serão geradas por meio do SP1 da Succinct Labs, um zkVM de código aberto que produz ZK proofs sucintas de qualquer computação baseada em Rust.
Após a implementação em mainnet, a Base se torna o maior operador individual da Ethereum a executar ZK proofs para finalidade. A mudança substitui a janela de contestação de vários dias, típica dos optimistic rollups, por finalidade criptográfica, reduzindo o caminho para liquidação em um dia.
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Validação do “endgame” de Vitalik Buterin
Wilson Cussak, líder da Base Chain, disse que a atualização pretende aprofundar a segurança e a resiliência da rede à medida que a atividade cresce. A mudança também se alinha às visões do cofundador da Ethereum Vitalik Buterin, who has described zk-EVMs como o “endgame” da validação de blocos da Ethereum.
Ele espera que elas se tornem o método de comprovação dominante entre 2027 e 2030.
A guinada acontece semanas após o cofundador da Base, Jesse Pollak, refutar publicamente acusações de manipulação de preços nos bastidores na rede, afirmando aos críticos que a equipe não coordena movimentos para impulsionar ativos específicos.
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