Stablecoins reached a record perto de US$ 320 bilhões em oferta durante maio, mesmo enquanto sua negociação em corretoras centralizadas caiu ao nível mais baixo desde 2023.
Pontos-chave:
- A oferta de stablecoins marcou um recorde perto de US$ 320 bilhões em maio, o quarto mês seguido de alta.
- A negociação em corretoras centralizadas caiu 4,13%, para US$ 883 bilhões, o nível mais fraco desde novembro de 2023.
- Tether e USD Coin concentram a maior parte da circulação, aprofundando a dependência de dois emissores.
Oferta de stablecoins chega ao recorde de US$ 320 bi
O valor total de mercado das stablecoins subiu para cerca de US$ 320 bilhões em maio, seu quarto recorde mensal consecutivo, mesmo com os preços mais amplos de cripto recuando, conforme a mídia reported. O volume em corretoras centralizadas seguiu o caminho oposto. O giro de stablecoins nesses locais caiu 4,13%, para US$ 883 bilhões, a leitura mais fraca desde novembro de 2023, com a Tether (USDT) respondendo por 73,7% do fluxo.
A oferta está aumentando mesmo com menos dólares girando nos books das corretoras. Essa divisão aponta para stablecoins sendo mantidas cada vez mais como colateral, caixa de tesouraria e infraestrutura de liquidação, em vez de combustível puro de negociação.
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Por que USDT e USDC dominam
Essa diferença se deve em parte à negociação mais fraca em derivativos, onde o volume médio mensal nos 11 principais mercados perpétuos centralizados caiu 34% no início de 2026, conforme a CoinGecko tracked. Esses mercados tiveram média de US$ 4,69 trilhões por mês, abaixo dos US$ 7,11 trilhões em 2025. Rivais descentralizados ganharam terreno, com média de US$ 611,57 bilhões mensais à medida que traders migraram das books centralizadas.
Um panorama da DeFiLlama placed a Tether perto de US$ 187 bilhões e a USD Coin (USDC) em torno de US$ 75 bilhões, deixando a dominância do USDT próxima de 59% e a dupla no comando da maior parte do mercado. Regimes de conformidade como o MiCA, da Europa, favorecem emissores com reservas auditadas e fortes laços bancários, direcionando corretoras, fintechs e parceiros de pagamento para os dois maiores nomes.
Stablecoins vão além da negociação
Dentro do top 10, os ganhos foram desiguais, com o USDe da Ethena (USDe) subindo 18,2%, para US$ 4,50 bilhões. O PYUSD da PayPal (PYUSD) caiu 9,31%, para US$ 3,05 bilhões no mesmo período. A própria oferta da Tether recuou 0,69%, marcando sua primeira queda mensal em três meses.
A mudança sugere que os detentores estão estacionando dólares em vez de girá-los, com mais oferta ficando parada como colateral em mercados de empréstimo, como caixa de tesouraria e como infraestrutura para folha de pagamento e pagamentos internacionais. Esses saldos tendem a permanecer imóveis por semanas, elevando a oferta total sem aparecer como volume em corretoras.
A circulação cresceu mesmo durante a fase de baixa, avançando quase 49% em 2025 para encerrar o ano perto de US$ 311 bilhões. Essa alta se manteve mesmo enquanto o Bitcoin (BTC) caiu em relação à máxima de outubro de 2025 e as ações superaram as criptos em boa parte do período. O recorde de maio apenas estendeu essa sequência, com os preços dos tokens ainda caindo em junho.
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